Descrição do Produto
Três garrafas que contam, em ordem cronológica, a história do vinho mais celebrado do Chile.
Don Melchor 1997 chega de uma adega que poucos colecionadores brasileiros tiveram a sorte de tocar. Quase trinta anos de evolução em garrafa transformaram o que era força em complexidade — couro fino, tabaco de charuto, especiarias do Oriente e uma fruta que persiste como brasa.
Don Melchor 2008, no auge da maturidade, é o vinho no seu melhor momento de leitura: ainda mostra o Cabernet vibrante de Puente Alto, já com o terroir andino entregando grafite, cassis confitado e aquela boca interminável que fez o crítico Tim Atkin chamar a marca de "ícone absoluto da América Latina".
Don Melchor 2018 abre a janela do que vem pela frente. Estruturado, denso, com o tanino ainda firme e a fruta exuberante — uma safra para guardar ou para entender, em comparação direta, como o tempo trabalha esse vinho.
Bebê-las na mesma noite é um exercício raro de degustação vertical: três décadas, três expressões, três versões do mesmo lugar. Para quem aprecia Bordeaux envelhecido, é a forma mais inteligente de descobrir que o Chile produz o mesmo nível de longevidade.
Pronto para beber (1997 e 2008) e alta guarda (2018).
